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UTI Neonatal comemora festa julina com bebês e famílias

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A UTI Neo do Hospital das Clínicas Materno Infantil entrou no clima de festa julina. Os bebês receberam adereços como roupas típicas, chapéus de palha e laços. A ação foi preparada com carinho pelas equipes de enfermagem com o consentimento dos pais.


O objetivo também foi o de proporcionar momentos de alegria e acolhimento aos familiares e visitantes.

Veja mais sobre o Arraiá da UTI NeoNatal do Hospital Materno Infantil:

 

 

 

 

 

 

 

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Colaboradora do HMI encontra nas plantas uma nova filosofia de vida

É com a mesma sensibilidade que atende e direciona os pacientes do HC Materno Infantil que a recepcionista Maria Cristina de Araújo Silva, 57 anos, desempenha outra grande vocação pós-expediente.

Colecionadora de plantas suculentas e cactos, ela soma mais de 200 espécies diferentes em seu acervo – muitas delas raras e vindas até de países da Europa e Ásia.

Maria Cristina conta que tudo começou há três anos como um hobby, mas durante a pandemia teve uma ideia que lhe trouxe uma nova missão: levar os vasinhos para o hospital e entregá-los com mensagens motivacionais a todos que precisavam de ajuda. A iniciativa fez tanto sucesso que conforme os seus cálculos foram mais de 2 mil unidades doadas.

“Passei a oferecer os vasos aos colegas de diversos setores, entre eles médicos, enfermeiros e pacientes que passavam por momentos difíceis no combate ao vírus. Acredito que as plantas possuem o potencial de nos trazer uma nova conexão. As suculentas ensinam uma nova filosofia de vida, que é o de crescimento lento, mas constante”.

Ela lembra ainda que outra de suas grandes motivações ocorreu durante o tratamento de saúde do seu irmão. Debilitado com os procedimentos de quimioterapia, a intenção era envolvê-lo nas lidas com as plantas para momentos de abstração.


“Não deu tempo de ensiná-lo, mas me recordo que quando mais precisávamos de recursos para levá-lo ao hospital e não tínhamos, surgiu um interessado em comprar alguns vasos de suculentas. O valor obtido foi o suficiente para abastecermos o carro. Sou muito grata a tudo que as plantas me trouxeram”.

Outro momento que se recorda foi quando o filho precisou viajar a São José dos Campos para prestar vestibular. Também foi graças às suculentas que a viagem pôde ser realizada. “As suculentas e cactos também podem ser uma excelente fonte de renda extra. Por isso estou sempre disposta a ensinar e compartilhar conhecimento. Agora, por exemplo, tenho uma encomenda para lembrancinhas de casamento”, acrescenta.

E para receber tantos vasos em sua casa, adequou o quintal com sombrite e criou ainda o “Hospital das Suculentas”, espaço para o qual leva as plantas que precisam de cuidados intensivos. “Também recebo de amigos as plantinhas que estão prestes a morrer. Levo para casa e cuido pelo tempo suficiente para que se recuperem plenamente. Devolvo a plantinha totalmente restabelecida e com uma série de recomendações”, orgulha-se.

Maria Cristina recorda que ao ver tantos vasos chegando em casa, seu marido ofereceu resistência, mas com o tempo acabou se rendendo aos encantos das novas moradoras. “Hoje é ele quem me ajuda a comprar as que ainda não temos. Também tenho amigos que me mandam mudas que encontram nas viagens; foi assim que recebi plantas vindas da Itália e Japão”.

E engana-se quem pensa que é uma tarefa fácil. Para cuidar de tantas plantas é preciso cuidado especial com observação atenta às particularidades de cada uma. “É preciso ter um olhar sensível às necessidades individuais; assim é possível identificar se estão precisando de água, se existem insetos que podem prejudicar o seu desenvolvimento ou causar manchas nas folhas”, conclui.

Maria Cristina não possui redes sociais, mas faz o atendimento de interessados em saber mais sobre cactos e suculentas via o whatsapp (14) 996517592.

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“Viva cada dia como se fosse o último ao lado dele”.

Essa é uma das frases mais ouvidas pela Edneia Souza de Oliveira, 43 anos, desde o nascimento do seu filho, o Jhonatan Gabriel, 11 anos. Internado desde os três meses de vida no Hospital das Clínicas Materno Infantil (HMI), a criança tem o diagnóstico da síndrome Werdnig-Hoffmann, doença degenerativa que causa atrofia, fraqueza muscular progressiva e acomete uma criança a cada 10 mil nascimentos. Conforme literatura médica, raros são os casos de pacientes que passam dos dois anos de idade.

Na semana do Dia das Mães, Edneia compartilha sua história de vida, a rotina dentro do hospital, momentos ao lado do filho e revela sonhos para o futuro. “Eu não serei a mãe que ele merece se um dia abandoná-lo. Eu falo de um amor que não se resume. Amor de mãe é incondicional”, conta.
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Moradora da pequena Ubirajara, cidade de quase cinco mil habitantes, a gravidez veio quando a filha mais velha tinha 14 anos. “A minha gestação foi planejada porque queríamos aumentar a família, antes da laqueadura. A gestação seguiu normalmente, com ele se mexendo e desenvolvendo como um bebê comum. No parto tivemos o primeiro sinal de alerta, porque apesar das contrações, ele não fazia força”.

Nos dias seguintes, mãe e filho tiveram alta da Maternidade Gota de Leite de Marília, onde ocorreu o parto. “Fomos para casa, mas comecei a notar que ele era molinho, não tinha firmeza e chorava baixinho. Na epoca eu procurei ajuda no posto de Gália, mas ouvi que era coisa da minha cabeça. Foi assim até que ele desenvolveu uma gripe, que evoluiu para uma grave pneumonia”, lembra.

Internado às pressas no Hospital Materno Infantil, Jhonatan seguiu direto para a Unidade de Terapia Intensiva para tratamento e bateria de exames. Acolhida pela equipe do hospital, veio a notícia. “Eu não poderia fazer planos e teria de viver ao lado dele cada dia como se fosse o último”.

Edneia lembra que a internação do filho ocorreu no dia 2 de novembro de 2010 e desde então nunca mais saíram juntos. “Depois de onze meses na UTI, fomos para um quarto adaptado aos equipamentos que mantinham a respiração dele. Eu mantive a minha fé, mas foram inúmeros banhos de água fria, pois nada na medicina poderia reverter o quadro”.

Com o risco da partida do filho a qualquer momento, Edneia se recusava a deixar sua posição de mãe acompanhante. Chegou a permanecer durante três meses ininterruptos dentro do hospital. “Eu tinha medo de sair de perto dele e acontecer alguma coisa porque ele precisava de mim. Foi então que passei a ir para casa aos finais de semana arrumar as coisas e lavar roupas. Era de casa para o hospital, do hospital para casa”.

Em Janeiro deste ano, durante uma das suas idas, o esposo lhe solicitou socorro durante o banho. “E assim ele partiu na minha frente em decorrência de um infarto. Era meu único apoio”.

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Referência para outras mães no Hospital e muito querida pelas equipes de saúde, hoje Edneia auxilia hoje outras mães que passam por momentos difíceis de internação ao lado dos filhos. “Eu escuto que sou forte, mas não é bem assim. Criei a minha armadura, que visto sempre que estou diante do Jhonatan. Já me fiz muitas vezes a pergunta do porquê disso tudo na minha História”, desabafa.

Ainda conforme a mãe, as funções neurológicas do Jhonatan são normais, o que lhe dá a capacidade de entendimento de tudo o que ocorre em sua volta. “Ele pega tudo no ar, mesmo quando falamos em código. Está em processo de alfabetização e ama matemática. Uma piscada, por exemplo, significa não e duas, sim!”.

Para administrar as finanças, ela revela que tem apenas a pensão deixada pelo marido ao filho. Nada mais. “Fui contemplada com uma casa popular em Gália e o sonho é levar o Jhonatan junto. Meu marido estava à frente disso, mas agora não sei mais. Tenho medo por estar sozinha”.

Questionada sobre como faz para explicar ao Jhonatan como é o mundo fora do Hospital, ela revela mais uma de suas missões: ser os olhos do seu filho. “Eu sou os olhos dele no mundo. Quando vou para casa, uso o celular para fotografar tudo no caminho. Volto com as fotos da nossa casa, das ruas, dos animais que encontro, do céu e da lua. Eu gosto de mostrar tudo e ensiná-lo sobre como são as coisas”.

Hoje a rotina de Jhonatan envolve inalação, logo às 8h, seguida de fisioterapia, que acontece duas vezes ao dia. Às 11h chega o momento do banho e meio dia acontece a alimentação oferecida via sonda. No período da tarde é a hora da visita da fonoaudióloga, professora e terapeuta ocupacional.

Edneia explica ainda que a cadeira de rodas do filho já está ficando pequena e que um computador de varredura ocular poderia ser a solução para que ele se comunique com mais fluência. “Ele se expressaria melhor e entenderíamos o que ele está pensando. Ainda quero ter a chance de fazer um passeio ao lado dele. Minha missão é fazê-lo feliz. Minha missão é ser mãe em tempo integral”, conclui.

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Costureira encerra 31 anos de história no HCFAMEMA

Após 31 anos de atuação no HCFAMEMA, chegou a hora da aposentadoria. Madalena Penha de Souza, 61 anos, costureira do setor de Hotelaria e Transportes, cumpriu hoje o seu último dia de expediente no quadro de colaboradores da instituição. “O tempo passou rápido demais. Só me dou conta disso quando percebo que a coluna já não responde como antes. Sou grata ao HCFAMEMA pela oportunidade e por ter feito parte da minha vida. Eu venci!”, declara.

A admissão de Madalena ocorreu no dia 4 de junho de 1991. Naquela época ela soube de inscrição para trabalhar no hospital, fez testes e foi chamada para atuação como costureira – profissional responsável pela adequação dos uniformes, roupas de cama e capas de equipamentos. “Foi aqui no HCFAMEMA que encontrei uma segunda família”.

E são muitas as histórias para contar. De toda a trajetória, o momento mais marcante foi quando a filha teve de ser submetida à cirurgia cardíaca em Bauru. “É difícil conciliar a vida particular com o trabalho, ainda mais quando envolve um problema sério. A minha chefe da época foi muito solidária e me liberou para acompanhá-la em todos os procedimentos. No retorno, fiz questão de repor cada hora de ausência”.

Já entre as conquistas mais especiais, ela destaca que deixa o HCFAMEMA com a casa própria – construída da maneira que sempre sonhou. “Com o tempo, a qualidade de vida melhorou. Agora chegou a hora de ajudar o meu esposo, também aposentado, a cuidar de três sobrinhos que possuem deficiências. Cumpri a minha missão no Hospital e me despeço já com muitas saudades. Obrigada HCFAMEMA!”, concluiu.

HCFAMEMA

HCFAMEMA completa sete anos com projeto de unificação em andamento

A autarquia estadual Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Marília (HCFAMEMA) completa sete anos nesta sexta-feira (06/05). Uma trajetória recente diante da história de 56 anos do hospital, mas com conquistas inéditas que representam grandes avanços na Saúde pública da região.

A maior delas e mais recentemente comemorada é a unificação das unidades hospitalares, projeto já em fase de licitação e que irá construir e anexar o novo Hospital Materno Infantil ao Hospital das Clínicas Adulto.

Um investimento nunca antes anunciado para a Saúde do município, e que soma ao todo mais de R$ 66 milhões.
“É o momento de refletirmos sobre a trajetória, sobre a luta pelo Sistema Único de Saúde, pela população de 62 municípios e principalmente para a necessidade de que todos tenham acesso à Saúde de qualidade em tempo hábil.

O HCFAMEMA completa mais um ano de avanços e conquistas; méritos de um trabalho de equipe composta por mais de 2,3 mil pessoas”, afirmou a superintendente do HCFAMEMA, Paloma Libanio.

A dia do aniversário faz referência à data de 6 de maio de 2015, quando através da Lei Complementar nº 1.262, criou-se a instituição HCFAMEMA com independência administrativa e financeira do antigo complexo Famema. “A partir de então o HCFAMEMA ficou responsável pela área assistencial em Saúde e a Faculdade de Medicina de Marília (FAMEMA) pela gestão acadêmica e ensino”, acrescenta.

O HCFAMEMA tem como missão cuidar da saúde das pessoas em média e alta complexidade, integrando o Sistema Único de Saúde (SUS), sempre com o propósito de garantir aos pacientes o acesso às tecnologias necessárias para a resolução de suas necessidades de saúde.

A instituição faz parte da Rede Regional de Atenção à Saúde, como uma das principais referências da rede de atenção à saúde do Departamento Regional de Saúde de Marília – DRS-IX, que abrange 62 municípios, agrupados em cinco microrregiões (Marília, Assis, Ourinhos, Adamantina e Tupã).

Tamanha representatividade se deve às mais de 30 especialidades médicas e multiprofissionais, com alta complexidade em Ortopedia e Traumatologia, Oncologia, Cardiovascular e Neurocirurgia, sendo referência em procedimentos de cardiologia intervencionista, com centro de atendimento de urgência tipo I aos pacientes de AVC e atenção especializada às pessoas com deficiência auditiva e às pessoas com obesidade.

O hospital é também habilitado como Centro de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Cacon), com serviço de radioterapia, contemplado no Plano de Expansão da Radioterapia no SUS; Serviço hospitalar para tratamento AIDS; OPO; Banco de tecido ocular humano; Hospital Amigo da Criança; Componente da Rede Cegonha; Assistência ventiladora não invasiva aos portadores de doenças neuromusculares; sendo Referência em Gestação de Alto Risco; – Centro de Atenção Psicossocial – Álcool e Drogas; Certificação ISO 9002 em diversas áreas e outras certificações nos laboratórios do Hemocentro.

Com a pandemia do Novo Coronavírus, o HCFAMEMA também se tornou referência para atendimento de pacientes com COVID-19 com disponibilidade de leitos de enfermaria, UTI adulta e pediátrica. O hospital ainda oferece atenção as pessoas em situação de violência sexual, uma Unidade Coronariana e parceria com o Centro de Reabilitação Lucy Montoro. “Todo o progresso só foi possível com o apoio do Governo do Estado de São Paulo e do trabalho contínuo de todos os profissionais que aqui atuam. Parabéns a todos nós”, concluiu.

HCFAMEMA

Médica relata vivência como mãe de criança autista

A médica do HCFAMEMA, Iara Alves Coelho Sganzella, se preparou para a maternidade. Aos 35 anos e com carreira bem consolidada veio a confirmação da gestação: era um menino, o Pedro, hoje com cinco anos de idade. O diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA), confirmado aos três anos e meio, mudou a rotina da família.

No mês da campanha “Abril Azul”, que trata de conscientização sobre o autismo, ela conta como lidou com o diagnóstico e faz para conciliar a carreira acelerada de gestora e médica cirurgiã com as responsabilidades de mãe.
“Quis ter filho mais tarde para que tivesse condições de me dedicar. A idade mais elevada da gestante é fator de risco para a ocorrência do autismo e outras síndromes, mas tudo ia muito bem. O Pedro nasceu saudável e nos primeiros meses o desenvolvimento surpreendeu. Ele sentou com quatro meses, aos seis já engatinhava e escalava degraus da escada de casa; aos oito pronunciava algumas palavras e andou aos dez”, lembra.

Iara conta que o desenvolvimento acentuado cessou quando Pedro completou um ano e três meses. Nesta fase ele se afastou das crianças, que antes interagia, e deixou de atender quando chamado. “Ele parou a comunicação e durante as brincadeiras notamos que ele desenvolveu o hábito de enfileirar os objetos. O carrinho passou a ser arremessado e para abrir a porta, por exemplo, conduzia a minha mão para que abrisse por ele”.

Com um ano e quatro meses as investigações foram intensificadas. Todos os fatores sugeriam o autismo, mas a idade de Pedro, ainda muito bebê, não favorecia o fechamento do diagnóstico. “A avaliação sensorial apontou que todos os sentidos eram perfeitos. Optei por não esperar e todas as terapias possíveis foram iniciadas. Eu era chamada de exagerada e até de louca, mas tinha comigo que algo nele era diferente. Coração de mãe não se engana”.

Hoje, já frequentando a escolinha, as tarefas precisam ser estrategicamente articuladas. “Eu e meu marido trabalhamos com reforços. Se ele se nega em fazer a tarefa, por exemplo, propomos uma recompensa ou promovemos uma competição. Ele não entende a responsabilidade nem o porquê de estudar”.

O TEA apresenta uma prevalência relativamente alta na população, aproximadamente 1 a 2% das crianças e adolescentes no mundo apresentam o transtorno e é maior para o sexo masculino. “As mães precisam entender que não estão sozinhas. Hoje temos conteúdos excelentes na internet e grupos em que se pode dividir angústias. O mais difícil é a aceitação. Por quê comigo? Eu divido a minha história como uma maneira de apoio às mães, mas principalmente por luta ao estigma social… para que as pessoas entendam e respeitem todas as diferenças”.

Ainda conforme a médica, quanto mais cedo a criança for acompanhada, mais funcional e autônoma ela se torna. “Hoje, após três anos de terapia, já observamos grandes resultados; um processo longo, mas que muda totalmente o curso do autismo. Estou preparando o meu filho para enfrentar o mundo. Para que ele tenha uma trajetória profissional e familiar constituída. Já tive muito medo, mas hoje a coragem é maior. Quero sempre motivá-lo a voar”, conclui.

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Recepcionista do Materno Infantil faz sucesso com costura criativa

Maria Eliza Beluco de Oliveira é colaboradora que conhece como ninguém o Hospital Materno Infantil. Com trinta anos de tempo de serviço, ela é a profissional da recepção que faz o primeiro contato com os pacientes que buscam por informações ou assistência médica no pronto socorro da unidade.

O que muita gente ainda não sabe é que fora do expediente e nos dias de descanso, ela atua no segmento de costuras criativas, cujas peças já são enviadas a clientes de várias regiões do país.
“No início da pandemia tive a ideia de costurar máscaras aos funcionários do hospital. Naquele momento as máscaras estavam em escassez e fiz uma unidade para cada colega do setor”, lembrou.


E o gosto pela costura foi tanto que também motivou a amiga, Cinira Nonato. Juntas elas lançaram o ateliê Cici & Lili, com peças exclusivas e sob encomenda para decoração e utilidades ao lar.
No portfólio do ateliê estão uma infinidade de itens, como sousplats, guardanapos, porta documentos, crochês, roupas infantis, travesseiros anatômicos, colchonetes, caminhas e vestuários pets.
“É uma grande terapia. Sempre gostei de praticar a criatividade para o reaproveitamento de peças e fui professora de pintura em projetos sociais. Adoramos desafios e desenvolvemos peças em vários tamanhos e modelos”.
O próximo objetivo das amigas é a criação de um canal no Youtube para ensinar o passo-a-passo da fabricação das peças às pessoas que também buscam opções de renda através da economia criativa. “Já estamos com dois vídeos em processo de edição. Queremos ajudar principalmente às mulheres em situação de vulnerabilidade. Sonho grande e enxergo longe”, acrescentou.

Para conhecer mais sobre as peças do ateliê Cici & Lili da colaboradora Maria Eliza Beluco de Oliveira, basta acessar o perfil @lizabeluco.

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21 dias de ativismo e combate à violência contra a Mulher

O HCFAMEMA iniciou nesta sexta-feira (08/04) as ações dos “21 dias de ativismo” – fase de mobilização prevista pelo Programa “Diga Não” de combate à violência contra a Mulher. O objetivo principal é que todos os quase 3 mil profissionais administrativos e de multiassistência em Saúde estejam atentos a todos os sinais de violência e saibam agir diante de versões muitas vezes discordantes – que é quando a mulher em estado de fragilidade ou ameaça opta por relatar situações que não evidenciam o agressor ou violência sofrida.

Conforme o cronograma de ações dos “21 dias de ativismo”, até a próxima segunda-feira (11) todos os colaboradores interessados em atuar como multiplicadores do Programa devem realizar as inscrições.

Na “Semana 1”, compreendida entre os dias 12 e 14, tem início o treinamento da equipe de “Classificação de Risco” – responsável pela triagem inicial dos pacientes que chegam. Também serão envolvidos neste momento de capacitação todos os profissionais das portarias e acolhimento.

A partir da “Semana 2”, que acontece entre os dias 18 e 23, os treinamentos chegam às equipes de multiassistência nas áreas de psicologia, serviço social, medicina e enfermagem. Já a “Semana 3”, de 25 a 29, será elaborado o fluxograma de atendimento em etapas, divulgação e discussão de todos os fluxos e processos implementados.

“Toda Mulher vítima de violência que esteja sob os cuidados do HCFAMEMA receberá acolhimento dentro de protocolos que visam resguardar a sua segurança, integridade e dignidade. Chamamos para essa ampla frente de capacitação diversas instituições de apoio, entre eles a Polícia Militar do Estado de São Paulo e Delegacia de Defesa da Mulher”, acrescentou a Superintendente do HCFAMEMA, Dra. Paloma Libanio.

HCFAMEMA

“Regulação de Acesso e Cross” é tema de palestra no HCFAMEMA

“Regulação de Acesso e Cross”. Esse foi o tema de palestra ministrada pelo Gerente médico da Central de Regulação de Ofertas de Serviços de Saúde da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (Cross), Dr. Domingos Guilherme Napoli, na manhã desta quarta-feira (06/04). O evento foi conduzido pela Superintendente do HCFAMEMA, Dra Paloma Libanio, com a presença de Célia Maria Marafiotti Netto, Diretora do Departamento Regional de Saúde de Marília (DRS-IX), e representantes de municípios da região.


O Cross monitora a disponibilidade e proporciona a transferência de pacientes com quadros graves que precisam ser internados em leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) ou realizar procedimentos complexos, como cirurgias cardíacas e neurológicas. O serviço está em funcionamento desde agosto de 2010 e faz o rastreamento de vagas em hospitais, iniciando pelos mais próximos da localidade do paciente.

“Com a aplicação adequada de todos os recursos disponíveis, a regulação pode produzir sinergia entre os atores do sistema de saúde e, desta forma, garantir a promoção do acesso dos pacientes aos recursos que necessita, de forma eficiente e eficaz”, disse Napoli.

Dra. Paloma Libanio ressaltou ainda a responsabilidade na correta regulação do paciente. “A regulação distribui as vagas que estão pactuadas junto ao SUS, dentro dos princípios da universalidade, equidade e integralidade”, lembrou.


Após a palestra, representantes dos municípios atendidos pela DRS-IX também tiveram oportunidade para esclarecimento de dúvidas. Na sequencia da palestra, Napoli também conheceu as estruturas de atendimento do HCAdulto e HC Materno Infantil.

 

 

 

 

 

HCFAMEMA

HC Adulto e Materno Infantil ampliam horário para visitação dos pacientes

O HCFAMEMA amplia nesta quarta-feira (06/04) os horários de visitação aos pacientes internados no HC Adulto e HC Materno Infantil. A mudança é possível devido à redução nos casos da COVID-19 em todo Estado de São Paulo – que também é sentida na região de Marília.

O horário de visitação estendido, que varia conforme o tipo de internação, é mais uma das ações de humanização que ocorrem nos hospitais. As visitas serão permitidas diariamente dentro dos horários determinados, desde que respeitada todas as orientações médicas e protocolos de saúde.

Será permitida a entrada de um visitante por vez que poderá permanecer até uma hora na companhia do paciente dentro do hospital. Entre as diretrizes que devem ser seguidas, está a obrigatoriedade do uso de máscara de proteção facial, lavar as mãos antes e depois do contato com o paciente, não fazer a visita se estiver doente e respeitar os horários estabelecidos para a troca de acompanhantes.

É proibida ainda entrada de alimentos e bebidas no hospital, além de que nenhum medicamento deve ser oferecido ao paciente sem o conhecimento da equipe médica ou de enfermagem. A orientação é que os visitantes permaneçam com os celulares no modo silencioso e não façam fotos. Vale destacar ainda que o acompanhante autorizado a permanecer com o paciente deve ter idade igual ou superior a 18 (dezoito) anos.

 

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